Caro leitor JV, li e reli a matéria publicada no Blog O Tambaqui, que trás um texto, onde fala sobre a venda de gasolina na Fronteira. Principalmente na cidade de Benjamin Constant. Há bastante tempo, vivemos a consumir muitos produtos peruanos, que nos são oferecidos nas feiras livres, nos Camelos, nas lojas e até em supermercados. A matéria original é do Blog “O Beiradão”, que se chama: Que Pais é esse! Retratando a venda e o consumo de gasolina importada da cidade de Islândia, no Perú. A prática da venda em Barraquinhas, já é cultural. Onde, até 90% dos veículos são abastecidos nestes postos improvisados. No Alto Solimões, principalmente na Fronteira, para a maioria dos comercializadores da gasolina peruana, não estão no negocio porque querem. Mas, aproveitam apenas a única oportunidade que lhes restam. Já que procura pelo abastecimento é grande. E isso, só demonstra a negligencia dos governos por nossa região. Chamá-los esses pequenos comerciantes de “Contrabandistas”, não é o adjetivo bem apropriado. Já que vivemos em uma Fronteira aberta e de livre comercio. Onde, há uma tolerância pelos governos Brasileiro, Peruano e Colombiano. Alguns pontos citados, ha de se concordar. A qualidade da gasolina, a forma de armazenamento e até a exposição. Mas, está longe de ser um “Cartel”, mesmo que haja combinação de preços. Se observarmos melhor as peculiaridades da Fronteira. Teremos de concordar que numa região de imensas dificuldades. O entrelaçamento, a cordialidade e a cooperação, são a melhor saída contra a miséria!

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