Crônica - A amarga aventura de chegar

Professor desaparece após barco afundar no Rio Solimões | | Amazonas1
Rio Solimões/Foto: Internet

Com o fechamento das fronteiras entre os países da tríplice fronteira, Brasil, Peru e Colômbia. Barreiras sanitárias também foram criadas para evitar a entrada de pessoas que possam trazer o COVID – 19, para municípios do Alto Solimões. Com o avanço dos casos de coronavirus na região, a circulação de pessoas e mercadorias cresceu, e o cuidado das equipes de vigilância aumentou bastantes.

Outro serviço que foi bastante afetado com a pandemia avançando, foi as dos transportes. Já que a nossa região é dependente do transporte fluvial através do Rio Solimões. Afetando também a travessia entre Tabatinga e Benjamin Constant, usando “Catráias”, proibidas de operar por força de lei. Apenas o serviço de transporte aéreo não foi totalmente afetado.

 Voos foram limitados para dois, ou três na semana. Já os horários dos voos, são alternados conforme a necessidade da empresa. Passageiros dos municípios de Atalaia do Norte e Benjamin Constant, que chegarem ao aeroporto internacional de Tabatinga, serão encaminhados a Petrobras, onde uma equipe de saúde na barreira sanitária, farão os procedimentos necessários para que atravessem com segurança a seus municípios.

Atravessando o rio, a peregrinação ainda não termina. Para quem segue para o município de Atalaia do Norte, terá que passar por duas barreiras sanitárias. Uma na saída da cidade de Benjamin Constant, onde deverá passar por uma triagem, feito, recebe uma espécie de autorização. Mesmo assim, vai se deparar com outro problema.

A falta de taxis, que paralisaram as atividades por conta do baixo número de passageiros em circulação. Se conseguir seguir viagem, outra barreira sanitária o aguarda, já no município de Atalaia do Norte. Caso tudo correr conforme o planejado, o viajante deverá cumprir quarentena, conforme determinação.



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