Rhisa mobiliza comunidade científica, gestores públicos e entidades do terceiro setor do Alto Solimões
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| Foto: Divulgação |
A Rede de Recursos Humanos e
Inteligência para a Sustentabilidade da Amazônia - Rede Rhisa - vai reunir a
comunidade científica, gestores públicos e entidades do terceiro setor da
região do Alto Solimões, durante mobilização que vai ocorrer nos dias 11 e 12
de novembro, nos municípios de Tabatinga e Benjamin Constant.
Durante a programação, os
participantes terão a oportunidade de conhecer o trabalho da Rede Rhisa, uma
iniciativa do Instituto Acariquara com o apoio do Governo do Amazonas por meio
da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e
Inovação (Sedecti) e Universidade Federal do Amazonas (Ufam), o qual tem o
objetivo de promover uma conexão com mais de 100 mil pesquisadores e entidades
por meio do uso de uma plataforma voltada à divulgação e à promoção de projetos
e soluções no campo da ciência, tecnologia e inovação, em prol do
desenvolvimento sustentável da Amazônia.
O coordenador da Rede Rhisa,
professor Henrique Pereira, ressalta que as duas cidades são estratégicas para
o projeto por dois importantes motivos, primeiro por concentrarem um importante
polo universitário visto que as instituições públicas possuem unidades de
ensino e pesquisa nas localidades e segundo pela proximidade com o Peru e a
Colômbia.
“Tabatinga e o município vizinho
de Benjamim Constant e ambos constituem um polo universitário com a presença
muito forte da UEA, UFAM e IFAM, além de representarem a principal zona
econômica da tríplice fronteira Brasil-Peru-Colômbia no Amazonas. É fundamental
que a rede RHISA possa contar com a participação dos pesquisadores e seus
grupos que atuam nos campi da UFAM, IFAM e UEA daquela região”, destacou
Henrique.
Outro ponto importante da região
destacado por Henrique é a questão da presença das diversas etnias e de 35
Terras Indígenas. “Uma delas, a da etnia Tikuna com mais 45 indígenas, a maior
população do País”, afirmou. Pela proximidade com os municípios de Amaturá,
Atalaia do Norte, Fonte Boa, Jutaí, Santo Antônio do Içá, São Paulo de Olivença
e Tonantins, a expectativa da organização da Rede Rhisa é a de que a
mobilização também envolva professores, estudantes, pesquisadores, gestores
públicos e entidades do terceiro setor também dessas localidades. “Estamos
fazendo um trabalho de mobilização ativa junto às instituições para que
possamos alcançar o público desse importante ecossistema”, disse o pesquisador
de Governança da Rede Rhisa, Danilo Egle.
Via www.rhisa.org

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