Um grande incêndio foi registrado ontem à tarde a bordo de um barco fluvial que abastecia cilindros de combustível e gás, gerando momentos de pânico, confusão e alarme entre os transeuntes e trabalhadores do porto, na cidade de Iquitos. O evento ocorreu no porto do Sudeste Asiático, às margens do rio Itaya.
O incidente, que ocorreu em circunstâncias ainda sob investigação, mobilizou imediatamente os agentes de emergência, bombeiros e seguranças, que conseguiram conter o incêndio e evitar que a situação levasse a uma tragédia de maior dimensão, considerando a natureza altamente inflamável da carga.
QUATRO FERIDOS, DOIS EM ESTADO CRÍTICO
Segundo o relatório médico preliminar, quatro pessoas ficaram gravemente feridas e foram levadas às pressas para um hospital. Dois deles foram classificados como "gravemente queimados", pois apresentavam queimaduras profundas de segundo e terceiro grau em áreas extensas do corpo.
Entre os casos mais delicados está Girno Dahua Yaicate (49), que apresenta queimaduras de segundo grau em aproximadamente 25% da superfície do corpo, com envolvimento predominante no rosto e na cabeça, permanecendo em condição delicada sob rigorosa observação médica.
Da mesma forma, Apolinario Tuisima Segundo Aquiles (66) foi diagnosticado com fratura aberta com compromisso vascular, além de queimaduras de terceiro grau, razão pela qual foi classificado como queimadura grave, com prognóstico reservado.
MENOR FERIDO E PACIENTE ESTÁVEL
Outro dos afetados é o menor identificado com as iniciais J.A.R.D. (17), que sofreu queimaduras de segundo grau em cerca de 30% do corpo, permanecendo hospitalizado e sob vigilância permanente de profissionais de saúde.
Enquanto isso, Restrepo Vásquez Dayro (42) apresenta queimaduras de segundo grau em 10% da superfície do corpo. Seu estado é estável, ele está consciente e orientado. Descobriu-se que o paciente teria expressado sua intenção de solicitar alta voluntária, pois ele possui seguro EsSalud.
INVESTIGANDO AS CAUSAS
Até o encerramento desta nota, as causas do incêndio não foram esclarecidas. As autoridades competentes já iniciaram os procedimentos correspondentes para determinar responsabilidades e verificar se os protocolos de segurança no transporte de materiais perigosos foram cumpridos.
Enquanto isso, o pessoal médico continua monitorando a evolução dos feridos, um fato que mais uma vez coloca em debate os riscos do transporte de substâncias inflamáveis em áreas portuárias de alta frequência. (C. Ampuero)
Por: DiariodeleRegion
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