Pentágono desmente Trump, que Irã iria atacar os Estados Unidos

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 Autoridades do governo do presidente Donald Trump reconheceram, em reuniões a portas fechadas com membros do Congresso no domingo, que não havia informações de inteligência indicando que o Irã estivesse prestes a lançar um ataque imediato contra forças dos Estados Unidos, segundo duas fontes familiarizadas com as discussões.

A revelação ocorre após uma das maiores ofensivas militares contra o Irã nas últimas décadas. No sábado, Estados Unidos e Israel realizaram uma operação conjunta de grande escala, considerada a mais ambiciosa já executada contra alvos iranianos em anos.

De acordo com autoridades americanas, a ofensiva resultou na morte do Líder Supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, além da destruição de navios de guerra iranianos e ataques a mais de 1.000 alvos estratégicos, incluindo instalações militares, centros de comando e infraestrutura ligada ao aparato de defesa do país.
Pressão política e repercussão

A admissão de que não havia indícios de um ataque iminente por parte do Irã gerou questionamentos no Congresso norte-americano sobre a justificativa da operação e os riscos de escalada regional. Parlamentares pedem esclarecimentos adicionais sobre a base legal e estratégica da decisão.

Enquanto isso, o Oriente Médio permanece em alerta máximo, com temores de retaliação iraniana e ampliação do conflito para outros países da região.

A situação segue em desenvolvimento, com a comunidade internacional acompanhando atentamente os desdobramentos diplomáticos e militares.







Com informações da Agencia REUTERS




Por: Nailson Tenazor/Jambo Verde

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